15 de maio de 2010

Lá vem a Malta

Vi ontem (14/05/2010) em um jornal de grande circulação noticias sobre o lançamento quase simultâneo do filme de Robin Hood aqui por terras tupiniquins de que sua divulgação em Cannes.
Com o anuncio do filme me veio a cabeça diversos pensamentos. Devo estar CRICA de verdade, ou nas palavras machadianas Casmurro, pois, comecei a divagar sobre a inversão de valores pregada no filme e em outras estórias do gênero.
Como não é novidade sabe-se que a trama do conto (filme) do bom ladrão prega uma boa finalidade para os bens adquiridos de forma errônea. Afinal será que passou a ser aceito que os fins justifiquem os meios, ou ladrão é ladrão não importa o destino que de a coisa roubada. Mesmo romanceada a historia é de um ladrão que (pelo menos na forma anterior) para vingar-se passa a morar com outros excluídos da sociedade à época por diversos motivos e em conjunto com o bando passam a saquear as riquezas dos nobres para distribuição aos pobres da redondeza.
Não consta em preceito algum que o fim pode justificar o comportamento tomado em contrariedade ao que é moralmente correto independendo de legislação para tanto.
A mídia (aqui consideradas os meios de comunicação de massa) tenta impor comportamentos inculcando suas ideias desde a infância em programas pseudo infantis que conduzem a rebeldia ou a contrariedade aos costumes salutares e não me refiro a uma certa refeição contendo ingredientes específicos. A questão é bem pior, há desvirtuamento dos valores morais estabelecidos. Aparenta que o respeito deixou de ser boa pratica, a desobediência é tratada como ato de heroísmo.
Criam-se personagens especificas em educação que deseducam, insere-se na programação pensamentos que afastam os infantes de Deus (como ser criador que merece respeito) e colocasse diversas figuras que apesar de carismáticas não podem substituir o Ser Supremo.
Não deixemos que os “super heróis” ou qualquer outra criação do imaginário humano nos afaste do Criador e de nossos familiares e amigos que merecem nosso respeito independente de alguns a nosso ver não serem dignos da consideração dispensada.

Mauro Ribeiro
(41) 8415-0153 (somente SMS)

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