13 de outubro de 2010

A Encenação

Há pouco mais de uma hora, por volta das 22h00min, acabou a assembleia no Sindicato dos Bancários de Curitiba (pois é, sou bancário). As imagens, apesar da baixa qualidade, conseguem exibir o quórum alcançado nesta assembleia.
Ficou para ultima analise a proposta apresentada pelo Banco do Brasil aos seus funcionários. Desde a convocação para assembleia de hoje ficou clara a posição tomada pela entidade sindical.
Mesmo minha opinião sendo contraria a instituição sindical e o movimento grevista como forma de obtenção de benefícios em negociações coletivas, ainda não surgiram novos instrumentos capazes de substituir ambas instituições.
Após muitas deliberações e colocações nem sempre oportunas chegou-se a decisão de aprovar o acordo já realizado dos Sindicados do Brasil com os banqueiros. Os trabalhos seguiram com normalidade até o momento de fazer a votação com os funcionários do BB. Neste ponto ficou evidente que o sindicato e os bancários não estavam totalmente de acordo.
No seu sitio o Sindicato dos bancários de Curitiba de maneira bem sucinta posta que "Trabalhadores do Banco do Brasil também aceitam proposta" desmerecendo todo o processo de votação ocorrido e que a decisão foi tomada por influencia de trabalhadores que sequer estiveram com o movimento da greve, apenas apareceram na assembleia para votação a favor da proposta e mesmo com esta forca tarefa convocada foram poucos votos (em torno de 40 num universo de quase 800 pessoas) de diferença a favor da proposta apresentada.
Com este resultado fica a para mim um motivo para apreciar a possibilidade destes movimentos serem validos como instrumentos para melhora salarial e para meus colegas a interrogação "Será que se houvesse mais mobilização a proposta seria melhorada?"
Até Mais
Mauro Ribeiro
(41) 8415-0153 – Somente SMS

15 de maio de 2010

Lá vem a Malta

Vi ontem (14/05/2010) em um jornal de grande circulação noticias sobre o lançamento quase simultâneo do filme de Robin Hood aqui por terras tupiniquins de que sua divulgação em Cannes.
Com o anuncio do filme me veio a cabeça diversos pensamentos. Devo estar CRICA de verdade, ou nas palavras machadianas Casmurro, pois, comecei a divagar sobre a inversão de valores pregada no filme e em outras estórias do gênero.
Como não é novidade sabe-se que a trama do conto (filme) do bom ladrão prega uma boa finalidade para os bens adquiridos de forma errônea. Afinal será que passou a ser aceito que os fins justifiquem os meios, ou ladrão é ladrão não importa o destino que de a coisa roubada. Mesmo romanceada a historia é de um ladrão que (pelo menos na forma anterior) para vingar-se passa a morar com outros excluídos da sociedade à época por diversos motivos e em conjunto com o bando passam a saquear as riquezas dos nobres para distribuição aos pobres da redondeza.
Não consta em preceito algum que o fim pode justificar o comportamento tomado em contrariedade ao que é moralmente correto independendo de legislação para tanto.
A mídia (aqui consideradas os meios de comunicação de massa) tenta impor comportamentos inculcando suas ideias desde a infância em programas pseudo infantis que conduzem a rebeldia ou a contrariedade aos costumes salutares e não me refiro a uma certa refeição contendo ingredientes específicos. A questão é bem pior, há desvirtuamento dos valores morais estabelecidos. Aparenta que o respeito deixou de ser boa pratica, a desobediência é tratada como ato de heroísmo.
Criam-se personagens especificas em educação que deseducam, insere-se na programação pensamentos que afastam os infantes de Deus (como ser criador que merece respeito) e colocasse diversas figuras que apesar de carismáticas não podem substituir o Ser Supremo.
Não deixemos que os “super heróis” ou qualquer outra criação do imaginário humano nos afaste do Criador e de nossos familiares e amigos que merecem nosso respeito independente de alguns a nosso ver não serem dignos da consideração dispensada.

Mauro Ribeiro
(41) 8415-0153 (somente SMS)